In the early 80's, Brazil learned that existed in Sergipe Church of the Devil, led by astrologer Ceará, Luiz Howarth. He built a church in the shape of a coffin in the city of Socorro, the temple of Lucifer rebelled Sergipeans Catholics, led by Metropolitan Archbishop Don Luciano Duarte Cabral. This sought the governor and asked Augusto Franco steps to end what he called an embarrassment to the state. Pressured by the religious, the governor ordered study the possibility of expropriating the Church of Satan. Augusto Franco informed that before the intended expropriation reunite him with the archbishop, Luiz Howarth sent word that kept the program on Radio Liberty / AM. "I will not discuss anything with the archbishop, If I only do meet with Pope them." Not There was a meeting and announced government expropriated and demolished the church, (By Valdemir Mota de Menezes, the Scribe)
This blog seeks to study the enemy of our souls, Satan. the devil and all forms of worship and adoration that it is given. In addition to invoking the cults of demons. (By scribe Valdemir Mota de Menezes)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Demone Delle Acque - Di Valdemir Mota De Menezes
Sto leggendo la leggenda del brasiliano hipupiara. Probabilmente era: leone, lupo o elefante marini che alla fine ha raggiunto le spiagge di São Vicente.
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Demone Delle Acque - Di Valdemir Mota De Menezes
COMBAT SPIRITUEL - PAR VALDEMIR MOTA DE MENEZES
Le Scribe Valdemir Mota de Menezes fait part de son expérience en tant qu'il a été victime d'une flèche maligne en 2011, tout en priant. Les images de la vidéo montre comment il était sa bouche, après avoir été frappé par le mal de fléchettes afin que le scribe ne pas continuer d'intercéder pour le peuple.
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COMBAT SPIRITUEL - PAR VALDEMIR MOTA DE MENEZES
terça-feira, 27 de novembro de 2012
HIPUPIARA E A FEITIÇEIRA
A LENDA DO HIPUPIARA
LEGGENDA DI HIPUPIARA PER VALDEMIR MOTA DE... por Scribeofgodvaldemir
A descrição desta criatura nos remete a lembrança do elefante-marinho, estranhamente um animal desta espécie veio parar em São Vicente. Mas o que importa é que de fato se trata de uma ação malígna, pois uma feitiçeira já havia avisado a india Irecê que os encontros dela com o indio Adirá, era contrario a vontade do Diabo (espíritos do mar) (Comentário: Valdemir Mota de menezes, o Escriba)
FONTE: http://www.novomilenio.inf.br/sv/svh001.htm
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A lenda Hipupiara
Naquele tempo, embora São Vicente fosse a sede ou cabeça da Capitania do mesmo nome, os capitães-mores ou governadores já residiam em Santos, de onde dirigiam a terra e o povo de sua jurisdição, e isso desde que Brás Cubas o fizera, em seu segundo governo de 1552.
Entretanto, costumavam os capitães-mores manter na Vila Capital, para atendimentos de rotina e articulações necessárias, um capitão de sua confiança, por vezes causando complicações que obrigavam o substituto a ir a Santos, por terra, pelo Caminho de São Jorge, que era o mais curto, ou por água em circuito, seguindo pelo braço do Iriripiranga (atual Casqueiro).
Era o que acontecia em 1564, quando governava a capitania o capitão-mor Pedro Ferras Barreto, que tinha sede e residência na mesma casa do Conselho ou Senado da Câmara, em Santos, enquanto fazia suas vezes na Vila de São Vicente o capitão jovem e impetuoso Baltazar Ferreira, filho do nobre Jorge Ferreira, que já fora capitão-mor e ainda o seria, pela segunda vez, pouco tempo depois.
Baltazar - desde que seu irmão Jerônimo fora aprisionado e comido pelos rudes tamoios de Maenbipa e Ubatuba, num ataque à Bertioga, ocasião em que ele escapara do mesmo fim pelo heroísmo dos irmãos Braga, e tendo em vista a sua belicosidade quase irresponsável - fora afastado por seu pai, indo residir em São Vicente, fora das lutas permanentes que o porto grande representava, de ataque ou defesa. Residia o capitão Baltazar na Casa de Pedra, misto de sede de Governo, fortaleza e cadeia pública onde o donatário Martim Afonso despachara e residira, de janeiro de 1532 até maio do ano seguinte. Tinha ele uma índia escrava, que pertencia a seu pai mas estava também na Casa de Pedra, por ser pessoa de extrema confiança. Chamava-se Irecê e o servia em todos os setores domésticos.
Apesar da confiança que merecia, Irecê, por ser escrava e por gostar de um escravo, que trabalhava numa fazenda do continente fronteiro, e era índio como ela, praticava fugas noturnas, para encontrar-se com seu Andirá, bem avançada a noite, na Praia da Vila, a salvo dos olhos mexeriqueiros.
Apenas uma índia velha, tida como feiticeira, que vivia ali perto, no morro vizinho, sabia das suas andanças noturnas e dos encontros com Andirá, e foi ela que um dia lhe fez ver que o capitão Baltazar era um moço bom, amigo dos índios, e não ia gostar de saber que ela se encontrava com Andirá na calada da noite e que tinha na cabeça a idéia de fugir com ele para as bandas do Sul. Irecê ficara muito espantada com as palavras da feiticeira, pois não contara a ninguém aquele segredo alimentado em seu íntimo...
A índia velha lhe dissera que era melhor contar o seu caso ao capitão, pedindo que a ajudasse, que lhe permitisse casar com o seu Andirá. O capitão Baltazar poderia até dar um jeito... Completando o conselho, a índia velha terminava com um aviso:
- Irecê... os espíritos do mar não gostam disso, não... e, de repente, podem mandar um castigo pr'a você!
Assim, naquela noite, foi com muito medo que Irecê realizara mais uma das suas fugas noturnas, para o encontro na beira do mar, parecendo-lhe ver a figura da velha espiando ou um vigilante escondido para prendê-la. Estava resolvida a contar a Andirá o sucedido e ver o que ele decidia.
A noite estava muito quieta, e um vento brando e morno vinha de longe, da Ponta da Capetuba. A baía estava mansa como nunca e o céu muito claro. A vila inteira dormia, encarapitada no pequeno outeiro. Irecê já estava na praia e viu à beira d'água a canoa em que Andirá sempre vinha, mas Andirá mesmo, não estava.
A índia emitiu um piado de pássaro noturno, comum entre eles, mas não teve resposta. Era estranho, muito estranho. Já ia voltar, cheia de pressentimentos, lembrando-se das palavras da índia velha, e caminhava em direção ao campo de Jundú, que mediava entre a praia e o outeirinho da Vila, quando ouviu dois urros pavorosos, como de jaguar ferido, e viu em seguida, mal divisado na sombra do próprio jundú, um vulto enorme, gigantesco, que caminhava esquisitamente, os braços abertos, uma cabeça comprida e desmedida, com uma altura de quase três metros. Parecia-lhe um "curupira", um fantasma do mar ou das florestas. Parecia tudo menos gente, pelo tamanho e pelos gritos de animal que dava. Decerto era mesmo o demônio e era o castigo lembrado pela feiticeira...
Irecê, toda em tremores, correu como pôde para a Casa de Pedra. Foi bater à porta do capitão, embora sabendo que ele dormia. Chorava e gemia alto, para que ele ouvisse, vencendo o medo de um tal ato. Baltazar Ferreira perguntou-lhe o que queria e não deu importância ao que ela contava apavorada. Gritou por detrás da porta que não fizesse muito barulho, que fosse ver outra vez, e ver bem, para que ele não se levantasse à toa e não fosse de espada ao encontro de uma invenção. Ai dela se isso acontecesse.
Irecê ficou desesperada e, só então, viu que o capitão não estranhava porque estaria ela acordada e na praia àquela hora... Tornou a correr ao jundú, mas, por outro lado, saindo pela porta da torre de vigia, na base do outeirinho. Correu como podia ao jundú; de uma certa distância, viu o fantasma no mesmo ponto e voltou ainda mais depressa, chamando seu senhor, afirmando em voz lamentosa junto à sua porta, que era bicho horrível e gigantesco. O bicho decerto queria sangue, e ameaçava toda a vila!... Irecê pedia ao capitão que corresse enquanto era tempo... talvez fosse o demônio... e seria bom chamar os padres do Colégio para esconjurá-lo!...
Irecê perdera o controle de si mesma, desatinava, e Baltazar Ferreira não tivera outro remédio. Saiu quase como estava, metendo o gibão de qualquer jeito e tomando da espada, que ficava sempre ao alcance de seu braço. A índia caminhou logo atrás dele.
Quando iam atravessando o grande campo de jundú, ouviram-se novos urros e gritos roucos da aparição, e logo Batazar Ferreira viu, à pequena distância, o monstro que Irecê descrevera.
- Tu tens razão - disse ele -, é mesmo coisa grande e feia!... Mas vou ver de perto!...
O bicho monstruoso, parecendo adivinhar a intenção de Baltazar, pôs-se a caminhar, gingando como um bêbado em direção da praia. Com grande resolução, o filho de George [sic: correto é Jorge] Ferreira, que enfrentara a fúria dos tupinambás na Bertioga ao lado dos Bragas e de seu irmão, embora não pudesse ainda dizer que monstro seria aquele e sem acreditar muito em demônios e aparições, correu para cercar o estranho animal - que devia ser um gigante marinho, capaz de caminhar como se estivesse em pé. Desembainhando a espada de guerra, do mais puro aço de Toledo, pôs-se à frente do animal, que parecia, pelo tamanho e pela grossura, um elefante em forma quase humana, tendo os pés como se fossem barbatanas.
Baltazar Ferreira raciocinou depressa. Já tinha ouvido falar de tais monstros, não no Brasil, mas na Europa, nas terras frias do Norte. Nunca os vira, pois nascera em Santos, e menos ainda em pé, naquela postura ameaçadora, como ele estava agora, roncando e dando uivos pavorosos. Segurou com força o copo da pesada espada e deu tremenda estocada à altura do ventre do bicharoco, atravessando-lhe o corpanzil. O animal fez um movimento furioso com os braços e tombou sobre o capitão vicentino, urrando com mais força e esguichando sangue.
Rápido e calmo, Baltazar, sem nada ver, pela sangueira quente e grossa que lhe emprestara os cabelos e descia sobre todo o rosto, saltou para o lado, deixando que o bicho se estatelasse na areia.
Com os gritos de Irecê, que temia pela sorte do amo, já chegavam guardas da Casa de Pedra, escravos da vizinhança e alguns índios da base do morro. Naquele mesmo instante, corria o jovem capitão o maior perigo do seu estranho combate. O Hipupiara - que era o nome do monstro marinho, segundo disseram depois os índios, cujo significado era "demônio da água" - recobrara um pouco de energia e, num último arranco, escancarando a bocarra, entre urros, precipitava-se sobre ele, de surpresa. Baltazar só teve tempo de recuar, metendo-lhe um golpe sobre a cabeça, mais como defesa, vendo-o então arrastar-se pesadamente, como se quisesse fugir para dentro do mar.
Com a chegada daquele verdadeiro socorro de homens armados, a cena terminou. Vários daqueles homens foram alcançar o monstruoso animal já nas primeiras maretas, retirando-o das águas como em agonia.
O Hipupiara foi arrastado para a Vila, segundo disseram, e ali ficou exposto até o fim daquele dia, ao que consta para evitar crendices e superstições exageradas entre o povo.
Conforme o relato de um dos cronistas da época, Baltazar Ferreira "saíra todavia desta batalha tão sem alento, com a visão deste medonho animal ficara tão perturbado e suspenso, que perguntando-lhe o pai, que era o que lhe havia acontecido, não lhe pôde responder, e assim como assombrado, sem falar coisa alguma por um grande espaço".
Perdurou por muito tempo, em São Vicente, em Santos e por todo o litoral, a lembrança, mista de horror, do fantástico Hipupiara. Estrangeiros de vários países exploraram, mais do que os brasileiros, a história do fabuloso animal aparecido naquele ano de 1564. Ninguém contudo se lembrou de perguntar ou comentar a primeira parte do pequeno drama. Ninguém falou da única vítima presumível do monstro vicentino, daquele pobre Andirá, que fora causa das fugas noturnas de Irecê, e que nunca mais apareceu, deixando como lembrança, entre o mistério e o silêncio, aquele vestígio material, a sua pequena canoa e seus pertences, à beira do mar.
Em verdade, ninguém procurou saber se ele morrera - e se fora, como parecia, o primeiro e único tributo pago pela Vila ao Hipupiara. Somente Irecê, a índia de Baltazar Ferreira, a pobre heroína ocasional daqueles registros aparentemente lendários, considerou real e chorou a morte assombrada... do seu herói e quase raptor.
LEGGENDA DI HIPUPIARA PER VALDEMIR MOTA DE... por Scribeofgodvaldemir
LEGGENDA DE HIPUPIARA PER VALDEMIR MOTA DE MENEZES (It)
La descrizione di questa creatura ci ricorda la memoria del sigillo elefante, un animale di questa specie stranamente finito a San Vicente. Ma ciò che conta è che in realtà si tratta di una azione maligna come una strega aveva avvertito india Irecê che i suoi incontri con il bastone indiano, è stato contro la volontà del diavolo (spiriti del mare) (Commento: Valdemir Mota de Menezes lo Scriba)
Fonte:
http://www.novomilenio.inf.br/sv/svh001.htm
La leggenda di Hipupiara
A quel tempo, anche São Vincente era la sede o la testa del Capitanato con lo stesso nome, i capitani o governatori-costumi vivevano a Santos, dove ha diretto la terra e la gente della sua giurisdizione, e che da Brás Cubas ha avuto, nella sua secondo governo nel 1552.
Tuttavia, hanno usato capitani keep-costumi a Vila Capitale, chiede per i collegamenti di routine e necessario, un capitano di sua fiducia, a volte causando complicazioni che hanno costretto il vice di andare a Santos, via terra, dal Cammino di San Giorgio, che era il più corto circuito o acqua, seguita da braccio Iriripiranga (corrente Casqueiro).
Questo è quello che è successo nel 1564, quando il capitano ha dichiarato il Capitano Generale Pedro Ferras Barreto, che si era stabilita la residenza nella stessa casa e la Camera del Consiglio o del Senato, a Santos, mentre facendo il suo tempo nel villaggio di Saint Vincent e il giovane capitano Fiery Baltazar Ferreira, figlio nobile Jorge Ferreira , che era stato comandante in capo e di essere ancora la seconda volta poco dopo.
Baltazar - in quanto suo fratello Girolamo era intrappolato e mangiato da Tamoios rozzi Maenbipa e Ubatuba, un attacco contro Bertioga, in occasione della quale è fuggito la stessa sorte da parte l'eroismo dei fratelli Braga, e in vista della sua bellicosità quasi irresponsabile - si allontanano da suo padre, andare in diretta a São Vicente, al di fuori delle lotte permanenti rappresentati il Grand Harbour, attacco o di difesa. Il capitano Baltazar vissuto a Casa di Pietra, sede del governo misto, e la fortezza prigione pubblico in cui il donatario Martim Afonso spedite e aveva risieduto dal gennaio del 1532 fino al maggio dell'anno successivo. Aveva uno schiava indiana, appartenente a suo padre, ma era anche nella Casa di Pietra, per essere una persona di estrema fiducia. Il suo nome era Irecê e servita su tutti i settori interni.
Nonostante la fiducia che meritava, Irecê, essendo una schiava e come uno schiavo, che ha lavorato in una fattoria di fronte al continente, e siccome era un indiano, fughe notturne praticate per incontrare il suo Andirá bene notte avanzata Praia da Vila, al sicuro dalle comari occhi.
Solo una vecchia indiana, preso come una strega, che abitava nelle vicinanze, sul vicino colle, conosceva i loro vagabondaggi notturni e gli incontri con Andirá, ed era che un giorno si vedeva che il capitano Baltazar era un bravo ragazzo, amico degli indiani , e non piacerebbe sapere che lei era con Andirá nella notte e ha avuto l'idea in testa di parla franca per Irecê band Sud era stato molto stupito con le parole della strega, perché non aveva detto a nessuno segreto alimentato nel suo cuore ...
La vecchia indiana aveva detto che era meglio dire il vostro caso al capitano, chiedendogli di aiutare, per permettergli di sposare la sua Andirá. Il capitano Baltazar potrebbe anche trovare un modo ... Completano la scheda, la vecchia indiana si è conclusa con un avvertimento:
- Irecê ... gli spiriti del mare non mi piace, non ... e improvvisamente, possono presentare un pr'a punizione voi!
Così, quella notte, era molto paura che Irecê aveva fatto un altro dei suoi dispersione notturna alla riunione in riva al mare, guardando come si vede l'immagine del vecchio spionaggio o nascosto vigili per arrestarla. Lei ha deciso di raccontare quello che è successo Andirá e vedere cosa ha deciso.
La notte era ancora molto, e il morbido, vento caldo è venuto da lontano, Ponta da Capetuba. La baia era gentile come sempre e il cielo limpido. L'intero villaggio era addormentato, arroccato su piccola collina. Irecê era già sulla spiaggia e ha visto la riva dove il Andirá canoa veniva sempre, ma anche Andirá non lo era.
India ha emesso un pigolio di uccello notturno, comune tra di loro, ma non ha avuto risposta. Era strano, molto strano. Dal ritorno, pieno di presagi, ricordando le parole della vecchia indiana, e si diresse verso la Jundu campo, che mediato tra la spiaggia e il villaggio di dosso, quando sentì due terribili urla come un giaguaro ferito, e ha visto in Poi, appena avvistato all'ombra del proprio Jundu, una cifra enorme, gigantesco, camminando stranamente, le braccia tese, una testa lunga e dilagante, con un'altezza di quasi tre metri. Gli sembrava un "Curupira", un fantasma del mare o sulla foresta. Sembrava nulla ma la gente, per dimensione e dalle grida dell'animale che ha dato. Sicuramente era il diavolo e la punizione è stato ricordato dalla strega ...
Irecê, tremori in tutto, come potrebbe correva per la Casa di Pietra. E 'stato a bussare alla porta del capitano, pur sapendo che dormiva. Piangeva e si lamentava ad alta voce per lui per sentire, superando la paura di un tale atto. Baltazar Ferreira chiesto cosa voleva e non importava quello che lei aveva presa dal panico. Urlò dietro la porta che non ha fatto molto rumore, si sarebbero rivisti, e vedere bene, così lui non si alza per niente e non era la spada di incontrare un invenzione. AI lei se quello che è successo.
Irecê ottenuto disperato e solo allora vide che il capitano non ha perplesso perché era sveglia e in spiaggia a quell'ora ... correre a Jundu, ma d'altra parte, la porta della torre di guardia alla base del hummock. Corse come potrebbe a Jundu, da una certa distanza, vide il fantasma nello stesso punto ed è andato ancora più veloce, chiamando il suo padrone, dicendo con voce lamentosa alle sue porte, era bestia enorme e orribile. L'animale certamente voleva sangue, e ha minacciato l'intero villaggio! ... Irecê chiesto al capitano che correva mentre era il momento ... forse era il diavolo ... e sarebbe bene chiamare i sacerdoti collegio alla esconjurá ...
Irecê perso il controllo di se stessa, desatinava, e Baltazar Ferreira non aveva scelta. Ha lasciato quasi come lo era, entrare nel gibbone comunque e prendere la spada, che si trovava a portata di braccio. India camminava dietro di lui.
Quando sono andato attraverso il campo grandi di Jundu, hanno sentito urla e l'aspetto nuovo di grida rauche, e ben presto vide Batazar Ferreira, a breve distanza, il mostro descritto per Irecê.
- Hai ragione - ha detto - è che qualcosa di grosso e brutto ...! Ma io un'occhiata più da vicino! ...
La bestia mostruosa, sembrava divina l'intento di Baltazar, cominciò a camminare, barcollando come un ubriaco verso la spiaggia. Con grande risoluzione, il figlio di George [sic: Jorge è corretto] Ferreira, che aveva affrontato la furia del Tupinambás in Bertioga fianco bragas e suo fratello, anche se lui non poteva dire che sarebbe mostro e non del tutto credere in demoni e apparenze, si precipitò a circondare l'animale strano - che sarebbe un gigante dell mare , in grado di camminare come se si stesse in piedi. Sguainando la spada della guerra, la più pura di Toledo in acciaio, in piedi di fronte l'animale, sembrava, per la dimensione e spessore, un elefante a forma quasi umana, con i piedi come pinne.
Baltazar Ferreira motivata rapidamente. Avevo sentito parlare di questi mostri non, in Brasile, ma anche in Europa, nelle fredde terre del Nord. Mai visto come nato a Santos, e meno ancora in piedi, che la postura minacciosa, come era ora, ringhiando e ululando dare terribile. Ha tenuto strettamente tazza di pesante spada e diede affondo tremendo all'altezza del ventre di bicharoco sul suo grande corpo. L'animale fece un gesto furioso con le braccia e cadde sopra la capitano Vincenziano, urlando più duro e sgorga sangue.
Veloce e silenzioso, Baltazar, vedo nulla, lo spargimento di sangue caldo e pesante che aveva prestato i suoi capelli e cadde sul viso, saltò di lato, lasciando che l'animale se estatelasse nella sabbia.
Con le grida di Irecê, che temeva per la sorte d'amore, come le guardie arrivarono Casa de Pedra, schiavi del quartiere e alcuni indiani dalla base della collina. In quel momento, il giovane capitano corse il pericolo più grande del suo combattimento strano. Il Hipupiara - che era il nome del mostro marino, hanno detto dopo gli indiani, il cui significato era "demone acqua" - riacquistato un po 'di energia e uno strattone finale, fauci spalancate tra grida, si precipitò su di lui, di sorpresa. Baltazar solo avuto il tempo di fare un passo indietro, mettendolo un colpo in testa, più come la difesa, vedendolo quindi trascinare pesantemente, come se cercasse di fuggire in mare.
Con l'arrivo di quel vero rilievo di uomini armati, la scena finisce. Molti di questi uomini stavano già raggiungendo la bestia mostruosa nei maretas prima, eliminando l'acqua e in agonia.
La Hipupiara è stato trascinato al villaggio, hanno detto, e non ci è stato esposto alla fine di quel giorno, presumibilmente per evitare esagerate credenze e superstizioni tra la gente.
Come la storia di uno dei cronisti del tempo, Baltazar Ferreira "era uscito eppure così questa battaglia senza fiato, alla vista di questa bestia orrenda era così sconvolto e giù, chiedendo che suo padre, che era quello che era successo a lei, non lui in grado di rispondere, e proprio come perseguitato, per non parlare di qualsiasi cosa per un grande spazio. "
Durò a lungo a Sao Vicente a Santos e tutta la costa, la memoria, mescolato con orrore, la Hipupiara fantastico. Gli stranieri provenienti da diversi paesi esplorato più i brasiliani, la storia di animali favolosi apparso in quello stesso anno del 1564. Nessuno ancora si ricordò di chiedere o commentare la prima parte del piccolo dramma. Nessuno ha parlato del solo Vincenziana presunto mostro vittima, che Andirá poveri che fuoriesce a causa di Irecê, e che non è mai apparso, lasciando come ricordo, tra mistero e silenzio, che il materiale di traccia, la tua piccola canoa e le vostre cose sul bordo del mare.
In realtà, nessuno voleva sapere se fosse morto - e se ne andò, come sembrava, il primo e unico tributo pagato dal Villaggio al Hipupiara. Solo Irecê, Indiana di Baltazar Ferreira, i record di eroina poveri occasionali di coloro morte apparentemente stregata leggendario considerarsi reale e pianse ... il tuo eroe e quasi raptor.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
PROJET PLATE ET VALDEMIR MOTA DE MENEZES
Les Scribe Valdemir Mota Menezes, parle du phénomène s'est produit en 1976 dans la ville de "Colliers" du Pará / Brésil. A cette époque, cette ville a été attaqué par des créatures étranges qui émettent des rayons lumineux et les personnes touchées, les blessant et tuant. L'armée de l'air brésilienne a été forcé d'intervenir et d'enquêter sur l'affaire. Plus de cinq cents photographies enregistré le phénomène étrange, qui était inexpliquée. Lucifer, le «porteur de lumière» a troublé l'humanité des siècles avec des manifestations mystérieuses et inexpliquées et les sciences physiques.
VALDEMIR MOTA DE MENEZES ET PROJET PLATE por scribevaldemir
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PROJET PLATE ET VALDEMIR MOTA DE MENEZES
domingo, 11 de novembro de 2012
LUIZ HOWARTH O PAPA DO DIABO
Entrevista: Luiz Howarth
>> Por Revista Eclésia.
>> Adicionado em 23/05/2004.
FONTE:
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FONTE:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00485

Figura 01: Howarth num ritual satânico.
Ele foi apelidado pela mídia de "papa do diabo". Luiz Howarth,
um cearense de 61 anos, é tido como o maior "satanista" brasileiro. Ele
conta que, em 1980, fundou a "Catedral do Diabo", mas devido ao que
chama de "perseguição", foi obrigado a fechar as portas. Hoje, radicado
em Vitória (ES) - onde mantém uma espécie de templo satânico na própria
casa - dedica-se a disseminar o que chama de "filosofia luciferiana",
inclusive através dos cinco livros que já publicou. Howarth parece não
se incomodar em ser considerado um tipo bizarro - tanto que,
recentemente, apareceu numa matéria do programa global Fantástico, na
qual recebeu aquele título. Ele conversou com ECLÉSIA:
ECLÉSIA: Na infância, o senhor tinha religião?
LUIZ: Minha família era católica praticante. Todo mundo rezava o terço e se confessava, e minha vida foi assim até os sete anos. Na véspera da minha primeira comunhão [espécie de iniciação da criança na fé católica], tive um sonho com uma entidade em forma de mulher, que se dizia o diabo absoluto, o supremo ser. O ser me disse que eu tinha nascido para divulgar essa mensagem eclética, cósmica, universal. A partir daí, comecei a desenvolver uma bronca da igreja, e senti que minha missão era aquela.
ECLÉSIA: Sua igreja representa uma religião?
LUIZ: Não, é uma anti-religião. Ela veio para mostrar ao mundo que toda religião é um atraso.
ECLÉSIA: Há outros sacerdotes na sua igreja?
LUIZ: Eu sou o único. Agora, estou preparando outras pessoas aqui e em São Paulo, porque no fundo, eles até gostam da idéia, mas o desejo deles é ter dinheiro. Existe egoísmo, existe vontade de crescer em cima dos outros, e o diabo não quer isso.
ECLÉSIA: Então, o que o diabo quer?
LUIZ: O diabo quer liberdade total. Ele até prefere que as pessoas achem que ele não existe. Esta é a maior arma dele. [grifo nosso]
ECLÉSIA: O senhor acha que o diabo é ruim?
LUIZ: Olha, o diabo não é tão ruim. E se for verdade que o diabo veio do céu, ele não pode ser tão ruim. Deus, na sua bondade e sabedoria, não poderia fazer um troço ruim. E se ele fez, e o diabo passou a ser o que é, segundo a religião, e Deus nada pode fazer, então, Deus é fraco; e se pode fazer alguma coisa e não faz, é cúmplice do diabo.
ECLÉSIA: Na sua opinião, existe relação entre o Satanismo e crenças como o Espiritismo, o candomblé e a quimbanda, como dizem algumas correntes evangélicas?
LUIZ: Olha, tanto na quimbanda como no candomblé, no esoterismo, no ocultismo e no kardecismo, existe o demônio para tentar os outros. O candomblé tem o Exu; o catolicismo tem o Lúcifer. Todas as religiões têm um deus e um diabo.
ECLÉSIA: O diabo faz milagres, como curar as pessoas?
LUIZ: Não, o diabo não faz milagres, mas ele induz as pessoas a provocar o milagre. O que poderia ser milagre? Algo que o homem não pode fazer e a natureza faz. Quer dizer, o milagre diabólico poderia ser como a lagarta - ela vira casulo e depois se transforma em borboleta. Quer dizer, como há esses conceitos de metamorfose na natureza, há conceitos também que o diabo pode trabalhar na sua mente, para que você entre no canal real da realidade suprema, que seriam os dois - Deus e o diabo, ao mesmo tempo.
ECLÉSIA: Que tipos de pessoas freqüentam sua igreja?
LUIZ: Todas as pessoas que têm problemas, inclusive de todas as religiões. Aqui nós recebemos católicos, espíritas, candomblecistas, quimbandeiros, umbandistas, kardecistas, esotéricos, maçons. Gente de todos os níveis sociais. Eles querem três coisas na vida: dinheiro, saúde e amor. Geralmente, quando o cara vem, está com falta de uma dessas três três coisas. O homem, quando está feliz, não reza, nem vai para a igreja. Só vai para a igreja o cara que quer se salvar de um pecado, ou para pedir ajuda. Assim, um cara meio de segunda mão.
ECLÉSIA: O senhor acredita que, o que Deus pode fazer, o diabo não pode, e vice-versa?
LUIZ: Nada. O que um faz, o outro faz. Deus e o diabo são consciências que têm os mesmos poderes, e os dois se equilibram. Quer dizer, é como se fosse o positivo e o negativo, só que não no conceito de o negativo ser ruim e o positivo ser bom. Todo o nosso trabalho é feito com os dois, porque nós não somos contra Deus - nós somos contra é o deus da igreja, o deus que o homem criou.
ECLÉSIA: Quem é Jesus, para o senhor?
LUIZ: Eu o acho um fraco, apesar do rebanho dele ser grande. E o rebanho é grande porque os profetas da igreja, homens como o apóstolo Paulo, criaram um marketing muito grande em cima dele. Jesus é um processo do fracasso. Sabemos que o Cristo foi um homem. Ele foi um rabino, um homem inteligente, que fez alguma coisa especial. Ele tem uma filosofia de vida diferente, prega a não-violência. Olha, Jesus não é uma figura que me encanta, mas tem alguma coisa nele que é válida, né?
>> Fonte: Revista Eclésia, n.º 90.
>> Nota: É bom deixar bem claro que este senhor não tem nenhuma ligação com a Alta Cúpula do Satanismo, chamada "A Irmandade". Uma coisa é ser adorador do diabo, outra é ser pertencente a essa seita, uma sociedade organizada internacional, chamada de "A Irmandade". Muito menos ainda ele é "papa do diabo". Os satanistas da seita conhecida como "A Irmandade" são totalmente secretos.
>> Obs.: Não possuimos qualquer dado para contato com o sr. Howarth (e não precisamos disso).
>> Por Revista Eclésia.
>> Adicionado em 23/05/2004.
FONTE:
http://www.infonet.com.br/adiberto/ler.asp?id=110471&titulo=adiberto
No início da década de 80, o Brasil ficou sabendo que
em Sergipe existia a Igreja do Diabo, comandada pelo astrólogo cearense Luiz
Howarth. Construído em forma de um caixão de defunto no município de Socorro, o
templo de Lúcifer revoltou os católicos sergipanos, capitaneados pelo arcebispo
metropolitano dom Luciano Cabral Duarte. Este procurou o governador Augusto Franco
e pediu providências para acabar com o que chamava de uma vergonha para o
Estado. Pressionado pelos religiosos, o governador mandou estudar a
possibilidade de desapropriar a Igreja do Diabo. Informado que Augusto Franco
pretendia antes da desapropriação reuni-lo com o arcebispo, Luiz Howarth mandou
um recado pelo programa que mantinha na rádio Liberdade/AM. “Não vou discutir
nada com o arcebispo, Se tiver que me reunir só o faço com o Papa deles”. Não
houve o encontro anunciado e o governo desapropriou e demoliu a Igreja, para
alegria das beatas e dos papa-hóstias.
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FONTE:
http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00485
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Não
deixe de ler a "Nota" lá embaixo, depois da entrevista, para tornar
claras algumas coisas e evitar confusões.
Figura 01: Howarth num ritual satânico.
ECLÉSIA: Na infância, o senhor tinha religião?
LUIZ: Minha família era católica praticante. Todo mundo rezava o terço e se confessava, e minha vida foi assim até os sete anos. Na véspera da minha primeira comunhão [espécie de iniciação da criança na fé católica], tive um sonho com uma entidade em forma de mulher, que se dizia o diabo absoluto, o supremo ser. O ser me disse que eu tinha nascido para divulgar essa mensagem eclética, cósmica, universal. A partir daí, comecei a desenvolver uma bronca da igreja, e senti que minha missão era aquela.
ECLÉSIA: Sua igreja representa uma religião?
LUIZ: Não, é uma anti-religião. Ela veio para mostrar ao mundo que toda religião é um atraso.
ECLÉSIA: Há outros sacerdotes na sua igreja?
LUIZ: Eu sou o único. Agora, estou preparando outras pessoas aqui e em São Paulo, porque no fundo, eles até gostam da idéia, mas o desejo deles é ter dinheiro. Existe egoísmo, existe vontade de crescer em cima dos outros, e o diabo não quer isso.
ECLÉSIA: Então, o que o diabo quer?
LUIZ: O diabo quer liberdade total. Ele até prefere que as pessoas achem que ele não existe. Esta é a maior arma dele. [grifo nosso]
ECLÉSIA: O senhor acha que o diabo é ruim?
LUIZ: Olha, o diabo não é tão ruim. E se for verdade que o diabo veio do céu, ele não pode ser tão ruim. Deus, na sua bondade e sabedoria, não poderia fazer um troço ruim. E se ele fez, e o diabo passou a ser o que é, segundo a religião, e Deus nada pode fazer, então, Deus é fraco; e se pode fazer alguma coisa e não faz, é cúmplice do diabo.
ECLÉSIA: Na sua opinião, existe relação entre o Satanismo e crenças como o Espiritismo, o candomblé e a quimbanda, como dizem algumas correntes evangélicas?
LUIZ: Olha, tanto na quimbanda como no candomblé, no esoterismo, no ocultismo e no kardecismo, existe o demônio para tentar os outros. O candomblé tem o Exu; o catolicismo tem o Lúcifer. Todas as religiões têm um deus e um diabo.
ECLÉSIA: O diabo faz milagres, como curar as pessoas?
LUIZ: Não, o diabo não faz milagres, mas ele induz as pessoas a provocar o milagre. O que poderia ser milagre? Algo que o homem não pode fazer e a natureza faz. Quer dizer, o milagre diabólico poderia ser como a lagarta - ela vira casulo e depois se transforma em borboleta. Quer dizer, como há esses conceitos de metamorfose na natureza, há conceitos também que o diabo pode trabalhar na sua mente, para que você entre no canal real da realidade suprema, que seriam os dois - Deus e o diabo, ao mesmo tempo.
ECLÉSIA: Que tipos de pessoas freqüentam sua igreja?
LUIZ: Todas as pessoas que têm problemas, inclusive de todas as religiões. Aqui nós recebemos católicos, espíritas, candomblecistas, quimbandeiros, umbandistas, kardecistas, esotéricos, maçons. Gente de todos os níveis sociais. Eles querem três coisas na vida: dinheiro, saúde e amor. Geralmente, quando o cara vem, está com falta de uma dessas três três coisas. O homem, quando está feliz, não reza, nem vai para a igreja. Só vai para a igreja o cara que quer se salvar de um pecado, ou para pedir ajuda. Assim, um cara meio de segunda mão.
ECLÉSIA: O senhor acredita que, o que Deus pode fazer, o diabo não pode, e vice-versa?
LUIZ: Nada. O que um faz, o outro faz. Deus e o diabo são consciências que têm os mesmos poderes, e os dois se equilibram. Quer dizer, é como se fosse o positivo e o negativo, só que não no conceito de o negativo ser ruim e o positivo ser bom. Todo o nosso trabalho é feito com os dois, porque nós não somos contra Deus - nós somos contra é o deus da igreja, o deus que o homem criou.
ECLÉSIA: Quem é Jesus, para o senhor?
LUIZ: Eu o acho um fraco, apesar do rebanho dele ser grande. E o rebanho é grande porque os profetas da igreja, homens como o apóstolo Paulo, criaram um marketing muito grande em cima dele. Jesus é um processo do fracasso. Sabemos que o Cristo foi um homem. Ele foi um rabino, um homem inteligente, que fez alguma coisa especial. Ele tem uma filosofia de vida diferente, prega a não-violência. Olha, Jesus não é uma figura que me encanta, mas tem alguma coisa nele que é válida, né?
>> Fonte: Revista Eclésia, n.º 90.
>> Nota: É bom deixar bem claro que este senhor não tem nenhuma ligação com a Alta Cúpula do Satanismo, chamada "A Irmandade". Uma coisa é ser adorador do diabo, outra é ser pertencente a essa seita, uma sociedade organizada internacional, chamada de "A Irmandade". Muito menos ainda ele é "papa do diabo". Os satanistas da seita conhecida como "A Irmandade" são totalmente secretos.
>> Obs.: Não possuimos qualquer dado para contato com o sr. Howarth (e não precisamos disso).
terça-feira, 6 de novembro de 2012
QUIBAYO AND THE DEVIL
Venezuela
I liked the suggestion about Quimbayo and am now seeing several videos on the subject. It's terrible how the Devil makes blood pact with the people under the most ridiculous arguments. The simple people subjected to the devil with an impressive ingenuity.
HDNet World Report takes viewers deep inside a secret world in Venezuela showing how President Hugo Chavez invokes superstition and religion to extend his anti-US influence throughout Latin America. World Report received unprecedented access to these never-before-filmed rituals. Mick Davie also speaks to the recipients of Chavez's aid programs including clinics served by "imported" Cuban doctors. Davie also speaks with voices of the opposition in Caracas, providing a look into a Venezuela that few outsiders have seen before.
I liked the suggestion about Quimbayo and am now seeing several videos on the subject. It's terrible how the Devil makes blood pact with the people under the most ridiculous arguments. The simple people subjected to the devil with an impressive ingenuity.
HDNet World Report takes viewers deep inside a secret world in Venezuela showing how President Hugo Chavez invokes superstition and religion to extend his anti-US influence throughout Latin America. World Report received unprecedented access to these never-before-filmed rituals. Mick Davie also speaks to the recipients of Chavez's aid programs including clinics served by "imported" Cuban doctors. Davie also speaks with voices of the opposition in Caracas, providing a look into a Venezuela that few outsiders have seen before.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
ARTISTAS QUE FIZERAM PACTO COM O DIABO
Este video aponta acusações verídicas contra alguns artistas que foram claramente satanistas como o vocalista do Black Sabbat (Missa Negra), Raul Seixas, outros, como a Xuxa nega, mas há evidências que apontam-na como instrumento de Satanás, mas o depoimento do Tio Chico é falso, ele é um enganador, que diz que trabalhou para a Xuxa, apenas buscando ser convidado pelas igrejas e pago para conta sua história. A verdade não precisa de falsas testemunhas.
ARTISTAS QUE FIZERAM PACTO COM O DIABO por Scribeofgodvaldemir
REPREENDER AL DIABLO
Estoy orando en el Huerto del Edén. Le pido a Dios para reprender al diablo y detenerlo, prevenir el mal de dominar completamente la Tierra. En el nombre de Jesús, echar fuera al diablo y reprendió a sus Demonos! (Comentario Escriba Valdemir Mota de Menezes, el escriba)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
PORQUE DEUS PERMITE QUE O DIABO VIVA
PORQUE
DEUS PERMITE QUE O DIABO VIVA
John
Piper argumenta que Deus tem os seus desígnios, eu também concordo que Deus é
todo-poderoso e todo-sabedoria. Deus tem razões que a nossa limitação humana e
temporal não é capaz de perceber todo o plano divino. Este curto período de
milhares de anos em que o Diabo e os seus demônios estão soltos e fazendo seus
míseros estragos, tem a permissão de Deus, porque quando Deus restaurar todas
as coisas teremos um parêntese na história do universo onde todos os seres
celestiais verão que a rebelião foi uma tragédia para as criaturas que
trilharam este caminho. O benefício do exemplo eterno da queda dos anjos e dos
homens só iremos perceber daqui a trilhões de anos. (Comentário do teólogo
Valdemir Mota de Menezes, O ESCRIBA)
WHY GOD ALLOWS THE DEVIL LIVE
John Piper argues that God has his plans, I also agree that God is all-powerful and all-knowing. God has reasons that our human limitation and temporal is not able to perceive the whole divine plan. This short period of thousands of years in which the devil and his demons are loose and doing their measly damage, have the permission of God, because when God will restore all things a parenthesis in the history of the universe where all heavenly beings summer the rebellion was a tragedy for the creatures that trod this path. The benefit of the eternal example of the fall of angels and men will only realize trillions of years from now. (Comment from theologian Valdemir Mota de Menezes, The SCRIBE)
John Piper argues that God has his plans, I also agree that God is all-powerful and all-knowing. God has reasons that our human limitation and temporal is not able to perceive the whole divine plan. This short period of thousands of years in which the devil and his demons are loose and doing their measly damage, have the permission of God, because when God will restore all things a parenthesis in the history of the universe where all heavenly beings summer the rebellion was a tragedy for the creatures that trod this path. The benefit of the eternal example of the fall of angels and men will only realize trillions of years from now. (Comment from theologian Valdemir Mota de Menezes, The SCRIBE)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE
OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE
Este filme não tem nada com relação a Escatologia Bíblica sobre os eventos do Fim dos Tempos, é um filme policial e que trata do tema das seitas satanistas secretas, envolvidas com crimes bárbaros. O filme também aborda o problema da constituição da família moderna, onde os pais, não tem tempo para os filhos e acaba a família e a nova geração sendo destruida. Este filme é um alerta sobre a desintegração da família e sobre os cultos diabólicos que encontra farto campo de fecudanção na juventude e a internet possibilita a ligação das pessoas com os mesmos sentimentos de vingança contra o mundo e a sociedade. (Comentário do Historiador Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
INIMIGOS INVISÍVEIS
INIMIGOS
INVISÍVEIS
Nós
cristãos facilmente nos deixamos ser fascinado pelos enganos do Diabo e
passamos a odiar as pessoas que nos fazem oposição. Vemos em pessoas nossos
inimigos, o que é um erro. O verdadeiro inimigo dos cristãos é o Diabo e os
seus anjos do mal. Devemos aprender a resolver nossas diferenças com as pessoas
com a oração. Governo corrupto e cruel se derruba com oração. (Comentário do
Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
INIMIGOS INVISÍVEIS por Scribeofgodvaldemir
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
BEYONCE E O DEMÔNIO SASHA FIERCE
Estes modelos de personalidades e astros do cinema e da música são em sua maioria, instrumentos do Diabo para influenciarem a juventude para longe de Deus. No século XX e XXI vimos surgir estes fenômenos entre os humanos, os que mais perverteram a juventude foram os The Beatles, Elvis Presley, Michael Jackson, e por último temos visto o sucesso de Madonna e Beyonce. Esta Beyonce anuncia publicamente que é manipulada por um espírito que se identifica como Sasha Fierce. Suas performances nos palcos são muitas vezes realizadas quando Beyonce está totalmente possuída e em transe. (Comentário do Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
DOCUMENTÁRIO SOBRE A ORIGEM DO DIABO
Este é um excelente documentário que retrata com espantosa fidelidade a origem do Diabo e do Homem. Ao assistí-lo ficou comovido pela boa qualidade do documentário e pela fidelidade ao texto bíblico. Os seus produtores também demonstraram ter conhecimentos da Literatura judaica antiga, pois a fortes ligações com o Livro de Enoque e com o Pseudo-Gênesis, pois estes dois livros do judaismo antigo trás revelações de pormenores da criação do Diabo e do Homem que foram citadas nas Escrituras Sagradas e que nos alarga o conhecimento sobre a origem do mundo em que vivemos. Recomendo o documentário e os dois livros que citei. (Texto do Teólogo e Historiador Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
DOCUMENTÁRIO SOBRE A ORIGEM DO DIABO E DO HOMEM por Scribeofgodvaldemir
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
ANJOS EM PRISÕES
Neste video, escutamos um estudo bíblico do Escriba Valdemir Mota de Menezes, falando sobre os anjos em prisões. O Abismo ou Tártaro é o lugar destinado a prisão dos anjos caidos. O Abismo serve como prisão temporária dos anjos caidos da primeira rebelião com Lúcifer, bem como aos anjos da segunda rebeliãos ocorrida nos dias de Noé, quando surgiram os nefilins. Os anjos caidos da segunda rebelião estão presos permanentemente até o dia do Juizo Final, já os anjos caidos com Lúcifer eventualmente são presos e soltos, e os mais terríveis serão soltos na Grande Tribulação, conforme se lê em Apocalipse capítulo nove.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
CRIME MACABRO DE MAGIA NEGRA
Este vídeo é uma reportagem jornalística que retrata um crime, com indícios de necrofilia, no sentido dos praticantes da magia manterem uma relação de afeto com um cadáver em estado de esqueletização. Quando o Diabo entra na vidas das pessoas, estas submetem-se as práticas mais macabras e asquerosas possíveis. Os fatos narrados neste videos tiveram como palco de eventos, o Estado da Bahia, no Brasil (teólogo Valdemir Mota de Menezes)
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